A diretoria do Cruzeiro prometeu que formaria um time diferente em 2013. A começar pelo estilo do treinador, o presidente Gilvan de Pinho Tavares promoveu uma troca significativa no clube. Se no ano passado era comum ouvir os gritos de Celso Roth aos quatro cantos na Toca da Raposa, neste ano o perfil de Marcelo Oliveira é de diálogo e conversas ao pé do ouvido. O jeito do novo técnico lidar com os atletas mereceu elogios de Leandro Guerreiro.
“O Marcelo foi jogador e sabe do que o jogador gosta. É melhor dar uma explicação baixinho, do que gritando e esbravejando. Assim, o jogador entende melhor, pois gritar deixa o jogador nervoso e sem entender mais nada. Ele nos orienta da melhor maneira possível”, contou Guerreiro.
“Cobramos o tempo todo. O treinamento é um ensaio do jogo. Isso que a gente propõe. Se eu gritar muito, não tenho a leitura correta do jogo. Nós temos que cobrar, porque o futebol tem avaliação quarta e domingo”, destacou.
Condições diferentes no clube
Embora os dois treinadores tenham personalidades diferentes, a condição em que chegaram ao Cruzeiro pode interferir na relação com os atletas. Celso Roth chegou ao clube no meio do último Brasileiro e com poucos atletas de destaque. Marcelo foi escolhido para começar a temporada 2013 e encontrou uma diretoria disposta a contratar jogadores mais renomados ou promissores e apostar menos em desconhecidos.
Condições diferentes no clube
Embora os dois treinadores tenham personalidades diferentes, a condição em que chegaram ao Cruzeiro pode interferir na relação com os atletas. Celso Roth chegou ao clube no meio do último Brasileiro e com poucos atletas de destaque. Marcelo foi escolhido para começar a temporada 2013 e encontrou uma diretoria disposta a contratar jogadores mais renomados ou promissores e apostar menos em desconhecidos.
